quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Breve biografia de Paul McCartney até o fim dos Beatles

Paul McCartney nasceu dia 18 de junho de 1942 em Liverpool, Inglaterra. Seu pai, Jim McCartney, tocava trompete e piano e, depois da morte de sua mulher, Mary McCartney, em 1956, quis estimular o filho a se interessar por intrumentos musicais, presenteando Paul com um trompete. O jovem, entretanto, desinteressado pelo trompete, pediu um violão e, a partir de então, foi interessando-se pela música.
Em 1957, Paul foi assistir a um concerto, no quintal de uma igreja, de uma pequena banda chamada The Quarrymen, cujo integrante principal era John Lennon.- Abrindo um parênteses, John Lennon estudava no colégio Quarry Bank, daí o nome da banda.- Nessa apresentação, os dois jovens fizeram amizade, que não era, por sua vez, aprovada pela tia de John, pois Paul vinha da classe operária. Depois de ouvir o jovem McCartney tocando, o líder de The Quarrymen o convidou para participar da banda.
Em 1958, Paul pediu permissão para chamar à banda um amigo seu, chamado George Harrison, e John, apesar de demonstrar certa relutância pelo fato de George ser muito novo, aceitou.Também aceitou a entrada de um amigo seu das escolas de artes, Stuart Sutcliffe, que, em 1961 deixou a banda, a qual era, a partir de então, formada por um quarteto com dois guitarristas (John e George), um contrabaixista (Paul) e um baterista (Pete). Este último, logo depois de o empresário musical da banda, Brian Epstein, assinar o contrato com a EMI Parlophone, foi dispensado por motivos que até hoje ninguém sabe ao certo.
Durante os Beatles, Paul e Jonh formaram uma das duplas de compositores que mais deram certo na história do rock. Chegaram até a combinar que, mesmo que quando uma canção fosse composta apenas por um deles, ela traria a assinatura Lennon/McCartney. Paul era o que mais escrevia canções românticas, como "Yesterday", "And I Love Her", "Michelle" e "Here There And Everywhere". Contudo, depois da morte de Brian, John passou a banda para segundo plano depois de conhecer Yoko Ono, e Paul tentou se tornar líder da banda, gerando conflito entre ambos. Eles também entraram em conflito na hora de escolher qual empresário iria substituir Brian. Por sugestão de Paul, os Beatles gravaram o filme/documentário Let It Be pensando que isto os reaproximaria, o que não aconteceu.
Devido a esses desgastes, Paul McCartney anunciou, em 10 de abril de 1970, o fim dos Beatles e anunciou o lançamento de seu primeiro álbum solo. Embora eles já não quisessem mais continuar juntos, a entrevista antecipada de Paul, sem o conssentimento dos outros integrantes, gerou mágoas, a ponto de ele ser acusado pelos outros de traidor.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Chapman: Mais um pedido negado.

Olá, blogueiros beatlemaníacos, este é um espaço dedicado aos Beatles no qual vou tentar expor o que eu sei e o que eu irei aprendendo ao longo do tempo sobre a biografia, as letras de músicas e algumas curiosidades  dos garotos de Liverpool.
Coincidentemente, hoje, 07 de setembro de 2010, a Justiça americana negou pela sexta vez o pedido de liberdade condicional de Mark Chapman, assassino de John Lennon, que só o poderá requerer novamente em agosto de 2012. Melhor nem comentar como seria o andamento desse processo aqui no Brasil... (processo esse que nem mais existiria; Mark já estaria solto mesmo.)
O assassinato de John me irrita tanto que não posso deixar de fazer comentários, breves que sejam, sobre Chapman, que se dizia fã dos Beatles, mas achava que John não sofria aquilo que cantava, julgando-o hipócrita. Pouco depois do terrível ato, datado de 08 de dezembro de 1980, em Nova Iork, o assassino, que aspirava à fama, foi encontrado no local do crime com o livro "O Apanhador No Campo de Centeio", de J. D. Stalinger, no bolso. Disse ser o personagem principal do livro, que era um jovem que odeia falsidade, e ter se inspirado nessa obra para cometer o crime.
"Estou totalmente convencido (...) de que naquele ponto nada poderia ser feito, estou totalmente convencido disso (...) Era como um trem, um trem fora de controle, não tinha freio. Nada teria me parado", admitiu Chapman, em gravações feitas entre 1991 e 1992.

Voltarei a falar sobre esse assunto em um panorama muito mais completo, em homenagem aos trinta anos de falecimento de Lennon, que se dará em dezembro.